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Madeirense que é madeirense adora uma festa! Temos festas para tudo e por causa de tudo, durante todo o ano, bastando-nos que a mesma se repita duas vezes para a considerarmos uma tradição, que é obrigatório manter.

É no Verão que a sua periodicidade aumenta e, se gosta de uma boa festa, acabou de ganhar o direito a ter meia “costela” madeirense. Acompanhada de uma poncha, claro!

A época começa sempre meio envergonhada, logo em junho. Paira o cheiro a maresia no ar, as noites tornam-se mais curtas e mais quentes. Vêm os festejos dos Santos Populares, um deles tão importante que até deu nome a esta casa. Não faltarão as bandeirolas e os manjericos, claro está, até no meio da cidade!  Mas há mais, desde logo o Raízes do Atlântico, um Festival que nos traz música de outras paragens e que ganhou cartel a nível internacional!

Todos os fins-de-semana deste mês, aos Sábados, realiza-se o Festival do Atlântico que nós, locais, aprendemos a apreciar. Ao início da noite, arrancamos para a Avenida do Mar para assistir a um concurso pirotécnico, com música ao compasso de cada foguete.

Para quem é fã dos nossos produtos regionais, segue-se a Festa da Cereja, um género de arraial alusivo a esta fruta, que todos os anos se realiza no Jardim da Serra, em modo de comemoração da sua apanha. Um excelente pretexto para uma Festa, não acham? Já o tínhamos avisado que nós, madeirenses, temos festas para tudo, não já?

Se é um apreciador de carros antigos, não vai querer perder, já em julho, a Volta à Madeira em Clássicos. Um autêntico espetáculo de carros únicos que desfilam por estas paisagens de perder o fôlego. No início do mês, realiza-se igualmente o já renomado Festival de Jazz, um evento ao ar livre que nos tem proporcionado concertos com nomes grandes deste género musical.

Como temos oferta para todos os gostos, não poderíamos deixar de ter temas festivos alusivos ao mar. Damos o exemplo, sem pretendermos ser exaustivos, do Campeonato de Pesca Grossa, onde tentamos capturar o maior exemplar de espadim azul do mundo e a Regata de Canoas Tradicionais Madeirenses, que faz um percurso de 2,5km na baía do Funchal.

Porque os povos se fazem também das suas tradições, Santana (uma pequena cidade situada no Norte da Ilha) realiza um Festival Regional de Folclore e nem imagina… são 24h a bailar. Mas a bailar mesmo!

Descendo um pouco e caminhando em direcção ao mar, chegamos a Machico e, durante a Semana Gastronómica que lá se realiza, poderão provar todas as especialidades da Ilha, desde o bolo do caco ao pudim de pão, passando naturalmente pela espetada.

Agosto vem a toda a velocidade com o Rali Vinho Madeira, normalmente realizado no primeiro fim-de-semana do mês e começam em força os Arraiais Populares. Temos o hábito, durante este mês, de aos fins-de-semana, de percorrer a Ilha concelho em jeito de celebração do Verão, visitando familiares que foram fazendo vida fora das urbes.

A Festa de Nossa Senhora do Monte, no dia 15 ou o arraial da Ponta Delgada recordam-nos a importância da religião para este povo, que celebra estes momentos sempre com enorme alegria. São mesmo festas!

Em Setembro trabalhamos as vindimas, desde a apanha da uva até ao pisar da respectiva, que depois é utilizada no produto mais famoso desta terra, depois do Cristiano Ronaldo: – o Vinho Madeira. Por toda a ilha são organizadas festas (pois claro!) em torno do tema e no Funchal realiza-se a Festa do Vinho, onde também se dão a conhecer alguns vinhos de mesa, para além do outro produto, que é mesmo de eleição.

Para desenjoar um bocadinho, neste mês também temos o hábito de ir até ao Porto Santo, assistir ao Festival Colombo, onde celebramos a passagem daquele famoso navegador genovês pela ilha. Aproveitamos para pôr os pés naquela areia dourada que até a alma cura. Se quiser ir lá espreitar, guardamos as suas malas!

Depois de um período onde parece que fomos obrigados a suspender as nossas vidas, proibidos que estávamos de contactos, estas são sugestões que Vos deixamos, que poderão experienciar com a cautela necessária, rodeados de sorrisos nos olhos que se veem por cima das máscaras.

Se não é de festejos, a alternativa também é simples; pode sempre ficar sossegado pelo Hotel, que pela sua dimensão permite fugir de grandes aglomerados e confusões. Se quiser ajuda, seja no que for, por favor contacte-nos!

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